Mãe e filha, campeãs mundiais, enfrentam no Havaí ondas desafiadoras no Pipeline Bodyboarding

As capixabas Neymara Carvalho e Luna Hardman disputam o torneio, que reúne atletas de diferentes países, com uma janela de espera que abriu no último dia 20 e vai até a próxima quinta-feira (5), aguardando as melhores condições para o início das baterias

Fevereiro, 2026 – As campeãs mundiais Neymara Carvalho e Luna Hardman estarão, mais uma vez, juntas em uma competição, desta vez no Havaí, enfrentando uma das ondas mais desafiadoras do mundo. Mãe e filha disputam a edição 2026 do Hawai’i Pipeline Bodyboarding Championship.

A janela de espera do campeonato abriu no último dia 20 e vai até a próxima quinta-feira (5). E, enquanto os organizadores aguardam o melhor momento para o início das baterias, Neymara e Luna seguem treinando para buscar os resultados.

Atletas de destaque de todo o mundo disputam a competição. Se hoje não é mais uma etapa do Circuito Mundial, como em anos anteriores, Pipeline continua atraindo a atenção. Um campeonato histórico, com os olhos de todos voltados para as suas baterias.

“Tive a felicidade de vencer três vezes aqui e fui para a final incontáveis vezes. Mas, é como se fosse sempre um novo momento. Tudo indica que não vamos ter um evento com altas ondas clássicas como em outros anos. Pelo menos é o que está se desenhando na previsão. Mas, as disputas prometem muito nesses últimos dias da janela, quando for dado início às baterias”, afirma Neymara, que encerrou 2025 como número 4 do ranking mundial, patrocinada pela ArcelorMittal e Mitsubishi, e presidente do Instituto Neymara Carvalho (INC).

Já Luna, no ano passado, terminou em quinto lugar na categoria Profissional Feminina em Pipeline. “Animada para voltar às competições, ainda mais em um lugar tão especial como este. Estar aqui é sempre um sonho”, destaca a bodyboarder, top 8 do mundo, patrocinada pela ArcelorMittal, BZ Pro Boards e Mitsubishi, apoiada pelo Instituto Neymara Carvalho e pela Secretaria de Estado do Espírito Santo (Bolsa Atleta Capixaba).

Neymara, 49 anos, e Luna, 20 anos, estão no Havaí desde janeiro, onde realizam a pré-temporada e participam desse primeiro desafio de 2026. As capixabas competem na categoria Open Women’s Pro.

Uma praia que tem história na vida de Neymara, que vai além dos títulos. No Havaí, iniciou sua carreira internacional, em 1995, e quando ganhou em 2011, dedicou a vitória à filha, então com 6 anos. Agora, tem Luna ao seu lado, com ambas competindo na categoria Profissional. 

“Relembrando e criando novas memórias. Nessa época, ela só gostava de brincar com o bodyboarding. Hoje, competimos juntas na mesma categoria”, observa Neymara.

Pódio e final inéditas – Mãe e filha representam duas gerações da modalidade: Neymara é pentacampeã mundial na categoria Profissional. Luna soma dois títulos mundiais na Pró Junior, agora competindo exclusivamente na Profissional. Como adversárias, já vêm fazendo história, com um pódio inédito e, depois, a primeira final entre mãe e filha do bodyboarding.

O pódio foi no ArcelorMittal Wahine Bodyboarding Pro, que encerrou a edição 2025 feminina do Circuito Mundial, no Espírito Santo, em setembro, com Luna em primeiro e Neymara em terceiro. E pela primeira vez mãe e filha disputaram juntas uma final, na etapa decisiva do Circuito Catarinense de Bodyboarding 2025, em São Francisco do Sul, no fim de novembro, com vitória de Luna.

Foto: Jade Reeves / Divulgação

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